domingo, 21 de agosto de 2011
::: intensidade viva :::
Não entro no assunto pra não ter que me cansar.
Os detalhes intrínsecos eu escondo.
Não adianta e eu sei o que isso significa.
Do lado de fora ninguém vai entender o que se passou ou o que se passa.
Sempre a longas demoras, muita entrega, de ambas as partes, embora ela não reconheça a minha entrega.
Assim ela é: difícil de lidar que só.
Eu sou assim: difícil de lidar, sem boas explicações.
Nós dois somos assim: perfeitos e intensos, com os defeitos mais esdrúxulos.
Saudades de como tínhamos as piores desculpas para a briga...
Saudades de como ela tentava fugir das brigas.
Eu me imaginava bom de briga.
Mas no fim das contas meus golpes nunca eram certeiros, sou bom em tontear, em prolongar a luta, mas péssimo em finalização. Ela quem terminava as coisas com algum golpe de misericórdia.
Era sempre assim: eu batia os doze rounds, mas ela vencia a luta ao soar do sino.
Foram várias lutas, muitas inglórias. Confesso que as vezes era cansativo, mas a
intensidade era viva: sorrir ou brigar por qualquer besteira.
Intensidade viva. Como se faz alguém entender isso?
Se fosse eu do lado de fora, também não entenderia.
Seria eu a dar os mesmos conselhos que me dóem.
Se fosse ela do lado de fora, concordaria com os conselhos que recebe.
As pessoas estão certas, os conselhos certos, o cronometro marca de forma correta as voltas do relógio. Tempo e espaço, todos certos.
Mas como fugir do que não se pode evitar?
Como desvincilhar-se do que não se pode esquecer?
Eu não sei. Espero que ela não saiba.
No fim talvez a gente ainda espere o tempo da delicadeza.
Até voltar às brigas.
Engraçado sentir saudades das brigas...
Vontade de sorrir ou chorar por qualquer besteira... da forma mais intensa...
Intensidade viva: como se explica???
(guilherme)
sábado, 13 de agosto de 2011
::: ...:::
...sinto saudades todo o tempo...
...vontade de saber aonde está você...
além de no meu pensamento...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
::: meio de música :::
no karma, na carne
passou na novela
está no seguro,
pixaram no muro,
mandei fazer um cartaz...
(chico buarque - dueto)
(tá lá na novela I)
(tá lá na novela II)
domingo, 31 de julho de 2011
::: ... :::
...
O amor da gente
É como um grão
Uma semente de ilusão
Tem que morrer pra germinar
Plantar nalgum lugar
Ressuscitar no chão
Nossa semeadura...
QUEM PODERÁ FAZER
AQUELE AMOR MORRER...?
(gilberto gil - drão)
(no sonho e na insônia, pensando em você...)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
::: recordo os olhos grandes... :::
quarta-feira, 13 de julho de 2011
::: acordando :::
...na minha ideia vives plenamente
és a pessoa
em todas as canções, os momentos bons e as horas más
que a memória coa...
... nas horas a toa...
(chico buarque - romance)
sexta-feira, 8 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
::: um tweet :::
::: amor quente :::
Poses na fotografia
O sol já acordou
E pra nós ainda não é dia
Dividir o sofá
Cabelo entre os dedos
Conversar sem palavras
Um beijo depois
Só pra lembrar que o amor é quente
Isso é amor, amor quente
Sair sem destino
Pra não ter que voltar
Mãos dadas e braços
Com encaixe perfeito
Repartir o luar
Esquecer o sereno
Letras de canções
E a noite já se foi
Enquanto tivermos amor quente
Isso é amor, amor quente
Colchão no chão da sala
Química e pele
Lágrima de amor
Repetir tudo depois
Levantar a cortina
Beijos no corredor
Escovar os dentes
O dia começou
O que temos é amor quente
Com certeza é amor, amor quente
Porta do carro aberta
Coelho tocando tambor
Colo e abrigo
Um banho a dois
Leite no café
Decorar a poesia
Sorrisos e brigas
Por qualquer besteira
Isso é amor, amor quente
Isso é amor...
xerocando cazuza... no fim das contas o amor é mesmo quente...)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
::: frase apanhada :::
"...o amor cansa..."
(cinthia verry)
"...se eu soubesse antes o que sei agora, viveria tudo de novo igual..." foi o que ela disse.
(eu tambem... acredito nesse cansaço que fez e faz a vida valer a pena...)
sábado, 18 de junho de 2011
::: meio de musica :::
...onde estao seus olhos
sem eles nao existo
fico cego, invisivel
so enxergo o silencio...
(h. gessinger - luz)
...how i wish you here...